A verdade sobre o coronavírus e a limpeza do seu ar condicionado

A limpeza do seu ar-condicionado tem alguma relação com o Coronavírus? Esse terrível inimigo nos dias atuais tem despertado muitas dúvidas, principalmente a verdade sobre o Coronavírus e a limpeza do seu ar-condicionado.

Sabemos que há alta resistência do vírus na superfície, além de ser transmitido mais facilmente em lugares fechados e com aglomeração. Onde entra o ar-condicionado nesse contexto, ajuda ou atrapalha o combate?

Ar-condicionado no combate ao Coronavírus?

O ar condicionado ajuda a combater o Coronavírus, mas desde que sua higienização esteja em dia. Quando não passa por manutenções, os aparelhos podem acumular sujeira, bactérias, fungos, micro-organismos, enfim.

Por outro lado, quando há as devidas ações para manutenção e limpeza, o aparelho ajuda a manter o bem-estar no ambiente, proporcionando uma temperatura agradável.

Inclusive em casos nos quais existem os serviços essenciais, como hospitais, farmácias, empresas em funcionamento com precauções e assim por diante.

Como manter a limpeza do seu ar-condicionado?

Cerca de uma ou duas vezes ao mês, é preciso limpar, tanto a parte externa, quanto interna dos aparelhos. O acúmulo de sujeira e microscópicos visitantes indesejados pode acarretar problemas de saúde.

Somado a isso está o próprio funcionamento do ar-condicionado, que depende de vistoria periódica. O filtro, por exemplo, deve ser trocado com cerca de três a seis meses de intervalo.

Como acontece a limpeza do ar-condicionado?

Fique atento, existem algumas etapas para garantir que os aparelhos estejam seguros e prontos para funcionar.

• Desligar da tomada.
• Retirar a tampa frontal e o filtro.
• Limpeza da bobina com produtos específicos.
• Limpeza das lâminas de ventoinha.
• Lavagem do filtro com água.
• Remontar as peças.

São passos simples, mas que fazem toda a diferença para retirar as impurezas e verificar o desempenho das peças.

A Lei do ar-condicionado

Uma resolução do Ministério da Saúde e ANVISA determina a qualidade do ar nos ambientes, que deve ser livre de poluentes detectáveis, além de fungos.

Foi um parâmetro instituído para locais que funcionam com ar-condicionado e ficam fechados de forma integral. Exemplo disso são shoppings, museus, hospitais, enfim.

Portanto são espaços muito frequentados e a má administração dos equipamentos de climatização pode gerar consequências para a saúde das pessoas.

Em tempos de pandemia, esse parâmetro é ainda mais cobrado, visto que a aglomeração permite a propagação rápida do vírus.

Todavia muitos espaços que dependem do ar condicionado para funcionarem, pois moramos em um país tropical. As pessoas precisam de bem-estar para realização de suas atividades diárias.

Além disso, os hospitais contam com pacientes com sua imunidade comprometida, sendo o ar-condicionado ferramenta para criar um ambiente menos propenso a contrair infecções.

No caso do Coronavírus, o ar-condicionado pode ser uma ferramenta também, basta que a sua manutenção seja feita de forma regular. São medidas preventivas, para que esses importantes aparelhos possam ser usados mesmo durante a pandemia.

Os comerciantes e donos de empresas devem estar atentos a todas as medidas de segurança em torno do uso dos aparelhos.

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